Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, registados em Portugal na última semana pelos Observadores Gelavista. Esta semana, destacam-se os avistamentos da Caravela-portuguesa avistada do concelho de Esposende ao de Mira, a Água-viva nos Açores e a Medusa-do-tejo que continua a ser encontrada de Cascais a Vila Real de Santo António. Para saber que cuidados deve ter e quais são as espécies mais venenosas, consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Mantenha-se atento e, se não conseguir identificar bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não
Sabe porque é que a validação dos dados recebidos pelos cidadãos é importante?
Embora seja uma abordagem científica, a ciência cidadã tem limitações que podem originar erros e devem ser consideradas. A validação garante que os dados são cientificamente corretos e podem ser usados, por exemplo, em publicações científicas. Por isso, é necessário processar os dados recebidos para cumprirem os critérios exigidos nas análises estatísticas e permitirem uma comparação rigorosa com estudos já existentes.
Se encontrar um #OrganismoGelatinoso, envie-nos a informação desse avist
Os organismos do género Agalma são sifonóforos coloniais. Na foto vemos o nectosoma que é composto pelos nectóforos, responsáveis pela natação, i.e., bombeiam a água para trás, empurrando o corpo para a frente. As extremidades dos ramos laterais possuem tentáculos que, na imagem já não estão presentes. Estes animais têm também um pequeno flutuador (o pneumatóforo) na parte anterior e terminam com os indivíduos responsáveis pela alimentação e reprodução.
São predadores carnívoros que se alimentam de zooplâncton; têm a capacidade de emitir luz (bioluminescência); e e
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, registados em Portugal na última semana pelos Observadores Gelavista. Esta semana, destacam-se os avistamentos da Medusa-do-tejo que continua a ser encontrada de Lourinhã a Vila Real de Santo António, a Medusa-tambor em vários pontos da costa sul algarvia, e de Água-viva nos Açores. Para saber que cuidados deve ter e quais são as espécies mais venenosas, consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Mantenha-se atento e, se não conseguir identificar bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqu
Os gelatinosos têm olhos?
Alguns organismos gelatinosos têm olhos, embora diferentes dos nossos. Consoante a espécie, podem apresentar estruturas especializadas, como os ocelos, capazes de detetar luz e, em certos casos, formar imagens. Estas estruturas integram um sistema sensorial que lhes permite perceber o ambiente e reagir a estímulos. Sem um cérebro central, os seus movimentos e respostas são coordenados por uma rede nervosa simples.
Avistou algum gelatinoso? Ajude a ciência registando o seu avistamento na app GelAvista ou enviando a informação para plancton@ipma.pt
Seja um obs
Sabia que há #OrganismosGelatinosos que se organizam em colónias?
Pyrosoma atlanticum é um bom exemplo. Este cordado é uma colónia com numerosos pequenos zoóides que formam uma estrutura gelatinosa rígida, cilíndrica e flexível, com as suas extremidades abertas.
Envie-nos qualquer avistamento desta ou de outras espécies através da nossa aplicação ou para plancton@ipma.pt.
Seja um cidadão cientista! Contamos consigo para que, em conjunto, possamos continuar a fazer ciência.
@ipma.pt @ciimar.up
#GelAvista #ObservadorGelAvista #jellyfish #praia
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, registados em Portugal na última semana pelos Observadores Gelavista. Esta semana, destacam-se os avistamentos da Medusa-do-tejo que continua a ser encontrada de Vagos a Portimão, a Caravela-portuguesa em Grândola, e de Água-viva e Botão-Azul nos Açores. Para saber que cuidados deve ter e quais são as espécies mais venenosas, consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Mantenha-se atento e, se não conseguir identificar bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqueça de nos enviar o registo!
Gelatinosos no concelho: #medusatambor
A Medusa-tambor é a espécie com mais avistamentos no Algarve.
É a espécie mais registada na maioria dos concelhos algarvios, como por exemplo, Albufeira, Portimão, Lagos, Olhão e Lagoa.
A contínua necessidade de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies. Colabore connosco e continue a envie-nos os seus avistamentos, mesmo que nulos, através da nossa aplicação ou para plancton@ipma.pt.
Seja um observador #GelAvista! Contamos consigo para fazer ciência!
IPMA Ciimar
#citizens
Sabia que os tentáculos do #veleiro (Velella velella) são ligeiramente urticantes?
Os tentáculos com as células urticantes localizam-se na parte inferior da colónia e apresentam um tamanho reduzido, de poucos milímetros. Por outro lado, a sua toxina é relativamente inofensiva para os humanos. Assim, a espécie é considerada pouco urticante. No entanto, recomenda-se algum cuidado, pois algumas pessoas poderão desenvolver pequenas reações alérgicas.
Envie-nos qualquer avistamento desta ou de outras espécies através da nossa aplicação ou para plancton@ipma.pt.
Seja um cidadão c
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, registados em Portugal na última semana pelos Observadores Gelavista. Esta semana, destacam-se os avistamentos da Medusa-do-tejo que continua a ser encontrada de Ílhavo a Vila Real de Santo António, de um caso de queimadura com Caravela-portuguesa em Esposende e de Água-viva nos Açores. Para saber que cuidados deve ter e quais são as espécies mais venenosas, consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Mantenha-se atento e, se não conseguir identificar bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se e
Hoje celebramos o Dia Mundial da Fotografia com o olhar de quem observa o mar. Partilha as tuas fotos com o GelAvista (pela App ou email), seja um organismo gelatinoso ou somente uma foto da praia. Diz-nos o local, data e hora aproximadas.
Ajuda a monitorizar os organismos gelatinosos de Portugal, porque cada olhar ajuda a conhecer e proteger o oceano. Usa #OMarQueVejoHoje e identifica o #GelAvista.
Ainda não é um observador GelAvista? Ajude-nos monitorizar as populações de #organismosgelatinosos em Portugal, enviando-nos dados com as fotografias dos seus avistamentos, através da app Gel
A Medusa-tambor é uma das maiores medusas que ocorre em águas portuguesas, cuja campânula pode atingir os 60 cm de diâmetro. Apresenta oito braços orais curtos e folhosos (parecidos a couve-flor), com longos apêndices de coloração escura cujas extremidades possuem um formato semelhante a um taco de golfe e permitem distingui-la de outras espécies do género Rhizostoma e da medusa-do-tejo.
A base de dados GelAvista diz-nos que é uma das espécies mais comuns em Portugal, especialmente no Algarve, sendo mais frequente de agosto a outubro.
Terá visto algum animal parecido? Ainda não
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, registados em Portugal na última semana pelos Observadores Gelavista. Esta semana, destacam-se os avistamentos da Medusa-do-tejo de Ílhavo a Vila Real de Santo António, de Caravela-portuguesa e de Água-viva nos Açores. Para saber que cuidados deve ter e quais são as espécies mais venenosas, consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Mantenha-se atento e, se não conseguir identificar bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqueça de nos enviar o registo! Contribua para a grande monitorizaç
Gelatinosos no concelho: #caravelaportuguesa
A Caravela-portuguesa lidera os avistamentos em 54% dos concelhos.
É a espécie mais registada em todos os concelhos dos Açores e da Madeira, bem como em vários concelhos do continente, incluindo Viana do Castelo, Póvoa do Varzim, Vila do Conde, Sines e Odemira.
A contínua necessidade de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies. Colabore conosco e continue a envie-nos os seus avistamentos, mesmo que nulos, através da nossa aplicação ou para plancton@ipma.pt.
Seja um obse
Sabia que a #MedusaOvoEstrelado (Phacellophora camtschatica) é uma medusa de grandes dimensões? A sua campânula pode atingir os 60 cm de diâmetro e os seus tentáculos, cerca de 6 m de comprimento.
Envie-nos qualquer avistamento desta ou de outras espécies através da nossa aplicação ou para plancton@ipma.pt.
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Imagem: Francisco Carmo
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#GelAvista #ciênciacidadã #jellyfish #oceano
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, registados em Portugal na última semana pelos Observadores Gelavista. Esta semana, destacam-se os avistamentos da Medusa-do-tejo de Murtosa a Vila Real de Santo António, de Caravela-portuguesa no concelho de Sesimbra e de Água-viva nos Açores. Para saber que cuidados deve ter e quais são as espécies mais venenosas, consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Mantenha-se atento e, se não conseguir identificar bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqueça de nos enviar o registo! Contribua pa
Quanto tempo vivem?
A longevidade varia conforme a espécie: algumas vivem apenas alguns meses, enquanto outras podem durar vários anos. Existem ainda espécies como a Turritopsis dohrnii, considerada “imortal” por conseguir reverter o seu ciclo de vida, regressando a uma fase inicial e dando origem a um novo pólipo.
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IPMA Ciimar
#ObservadoresGelavista #jellyfish #alforrecas #praia
Sabia que a #MedusadoTejo (Catostylus tagi) tem baixo poder urticante? Embora seja de grande dimensão, a sua toxina é relativamente fraca para os humanos. Ainda assim, é aconselhável ter cautela, já que o contacto com esta espécie pode causar dor e reações alérgicas ligeiras em algumas pessoas.
Envie-nos qualquer avistamento desta ou de outras espécies através da nossa aplicação ou para plancton@ipma.pt.
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📹 Ana Cláudia Fernandes
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#GelAvista #praia
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, registados em Portugal na última semana pelos Observadores Gelavista. Esta semana, destacam-se os avistamentos da Medusa-do-tejo de Murtosa a Grândola e de Caravela-portuguesa nos Açores. Para saber que cuidados deve ter e quais são as espécies mais venenosas, consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Mantenha-se atento e, se não conseguir identificar bem as espécies, não toque nos animais.
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Movem-se mais devagar, mas gastam menos energia do que um peixe para percorrer a mesma distância!
Ao estudar a energética da propulsão das medusas, os cientistas perceberam como estas superam predadores visuais eficientes, como os peixes. O seu mecanismo único de recuperação passiva de energia reduz o custo metabólico dos músculos, tornando-as um dos propulsores mais eficientes do planeta. Estes resultados ajudam a explicar o sucesso ecológico das medusas e podem inspirar soluções de propulsão de baixo consumo energético. Se quiser saber mais, leia o artigo científico aqui: http
As Aequorea, conhecidas como águas-vivas-riscadas, são hidromedusas cosmopolitas. As espécies deste género são muito semelhantes e difíceis de distinguir. Produzem aequorina, uma proteína bioluminescente que gera um anel de pontos verdes fluorescentes no bordo da campânula. Quando não emitem fluorescência, são incolores e transparentes.
Terá visto algum animal parecido? Ainda não é nosso observador, então aceite o desafio e comece hoje mesmo! Participe na monitorização de #gelatinosos, enviando-nos os seus avistamentos, mesmo que nulos, através da aplicação #GelAvista ou pa
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, registados em Portugal na última semana pelos Observadores Gelavista. Esta semana, destacam-se os avistamentos da Medusa-do-tejo de Vila do Conde a Grândola e de Caravela-portuguesa nos Açores. Para saber que cuidados deve ter e quais são as espécies mais venenosas, consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Mantenha-se atento e, se não conseguir identificar bem as espécies, não toque nos animais.
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Gelatinosos no concelho: #funchal
O Funchal é o concelho com mais registos no GelAvista, graças à colaboração da Estação de Biologia Marinha do Funchal, que participa no projeto desde 2017.
Agradecemos a todos os envolvidos, em especial a Mafalda Freitas, Luísa Costa, Manuel Biscoito, Luís Costa, Filipe França e aos nadadores-salvadores do concelho do Funchal.
A contínua recolha de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies. Colabore connosco e envie-nos os seus avistamentos, mesmo que nulos, através da nossa apli
Como se reproduzem?
Os gelatinosos apresentam ciclos de vida complexos. Nas medusas (alforrecas), este ciclo alterna entre uma fase de reprodução sexuada, enquanto medusa livre, e uma fase assexuada, enquanto pólipo fixo, num processo chamado alternância de gerações.
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Fotos: Sonia Gueroun e AC Ferreira. Esquema do ciclo de vida: Aino Hosia 2022.
IPMA Ciimar
#ObservadoresGelavista #j
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