O Cinto-de-Vénus é um ctenóforo que, como o nome indica, parece uma fita ou cinto transparente. Com o corpo achatado e lateralmente expandido, possui tentáculos finos ao longo do bordo anterior que se curvam sobre a sua superfície. Esta é a maior espécie entre os ctenóforos, podendo atingir até 1 metro de comprimento! Além disso, apresenta bioluminescência no seu bordo, ativada sempre que perturbado.
Terá visto algum animal parecido? Ainda não é nosso observador, então aceite o desafio e comece hoje mesmo! Participe na monitorização de #gelatinosos, enviando-nos os seus avista
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, avistados ao longo da últimas duas semanas em Portugal pelos Observadores Gelavista. Esta semana tivemos uma só ocorrência, a medusa-tambor no concelho de Faro. Para informações sobre os cuidados a ter e quais as espécies mais venenosas consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Esteja atento e, se não reconhece bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqueça de nos enviar o registo! Contribua para a grande monitorização dos gelatinosos! Continuamos a contar com os vossos contributos para
Gelatinosos no concelho: #olhao
Hoje divulgamos informação sobre as ocorrências de gelatinosos no concelho de Olhão. As espécies mais avistadas têm sido a medusa-tambor, a medusa-do-tejo e a medusa-compasso, respetivamente.
A praia da Fuseta e a praia da Armona e a ria Formosa são os locais do concelho de Olhão de onde recebemos mais avistamentos, numa base de dados que apresenta registos desde 2006!
A contínua recolha de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies. Colabore connosco e envie-nos os seus avistamentos,
Mês da Ciência Cidadã
Este mês celebramos o Mês da Ciência Cidadã com a Rede Portuguesa de Ciência Cidadã (RPCC)! Iremos estar no evento “A Ciência Cidadã como Inovação Metodológica para a Investigação” para apresentar o trabalho científico do GelAvista. Vamos com o Oceanário de Lisboa com quem temos colaborado em diversos trabalhos. Venha assistir! O evento realiza-se no Instituto Politécnico de Santarém (IPSantarem) na próxima quarta-feira, dia 15, das 14 às 18h. É um evento híbrido e aberto ao público sendo somente necessário inscrever-se gratuitamente. Pode in
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, avistados ao longo da últimas duas semanas em Portugal pelos Observadores Gelavista. Esta semana tivemos a ocorrência da caravela-portuguesa nos Açores e na Madeira sem arrojamentos na costa e também a veleiro na Madeira e a medusa-tambor no Algarve. Para informações sobre os cuidados a ter e quais as espécies mais venenosas consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Esteja atento e, se não reconhece bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqueça de nos enviar o registo! Contribua para a
Gelatinosos no concelho: #caldasdarainha
Hoje divulgamos informação sobre as ocorrências de gelatinosos no concelho de Caldas da Rainha. As espécies mais avistadas têm sido a caravela-portuguesa, a veleiro e a medusa-do-tejo, respetivamente.
A praia da Foz do Arelho e a praia de Salir do Porto são os locais do concelho de Caldas da Rainha de onde recebemos avistamentos, numa base de dados que apresenta registos desde 2016!
A contínua recolha de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies. Colabore connosco e envie-nos o
O flutuador, em forma de vela achatada, é uma das principais características utilizadas para diferenciar o veleiro da caravela-portuguesa. É composto por quitina, substância também presente nas carapaças dos insetos. Após alguns dias de decomposição na praia, essa estrutura pode representar o único vestígio da espécie, apresentando coloração mais transparente e esbranquiçada em substituição do azul característico. Siga-nos e leia o nosso relatório sobre avistamentos de gelatinosos para descobrir o número e as espécies que têm sido avistadas em Portugal. Seja um cidadão c
O flutuador, em forma de vela achatada, é uma das principais características utilizadas para diferenciar o veleiro da caravela-portuguesa. É composto por quitina, substância também presente nas carapaças dos insetos. Após alguns dias de decomposição na praia, essa estrutura pode representar o único vestígio da espécie, apresentando coloração mais transparente e esbranquiçada em substituição ao azul característico.
Siga-nos e leia o nosso relatório sobre avistamentos de gelatinosos para descobrir o número e as espécies que têm sido avistadas em Portugal. Seja um cidadão
Gelatinosos no concelho: #ribeiragrande
Hoje divulgamos informação sobre as ocorrências de gelatinosos no concelho de Ribeira Grande. As espécies mais avistadas têm sido a caravela-portuguesa, a água-viva e a veleiro, respetivamente.
A praia do Areal de Santa Bárbara, a praia do Monte Verde e a praia dos Moinhos são os locais do concelho da Ribeira Grande de onde recebemos mais avistamentos, numa base de dados que apresenta registos desde 1970!
A contínua recolha de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies. Colabor
O que fazer se for picado?
Deverá manter a calma e lavar com água do mar a zona picada. Se vir restos do organismo gelatinoso que possam ter ficado na pele, estes devem ser retirados com cuidado, de preferência com uma pinça, para evitar que as células urticantes continuem a injetar mais veneno.
Depois siga as instruções no website GelAvista consoante se tratar de picada da caravela-portuguesa ou medusa.
Avistou algum gelatinoso? Ajude a ciência registando o seu avistamento na app GelAvista ou enviando a informação para plancton@ipma.pt
Seja um observador #GelAvista! Contamos consi
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, avistados ao longo da últimas duas semanas em Portugal pelos #ObservadoresGelavista. Esta semana tivemos a ocorrência da caravela-portuguesa somente nos Açores. Para informações sobre os cuidados a ter e quais as espécies mais venenosas consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Esteja atento e, se não reconhece bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqueça de nos enviar o registo! Contribua para a grande monitorização dos gelatinosos! Continuamos a contar com os vossos contributos para
Gelatinosos no concelho: #viladoconde
Hoje divulgamos informação sobre as ocorrências de gelatinosos no concelho de Vila do Conde. As espécies mais avistadas têm sido a caravela-portuguesa, a veleiro e a medusa-tambor, respetivamente.
A praia de Mindelo, a praia da Azurara e a praia da Árvore são os locais do concelho de Vila do Conde de onde recebemos mais avistamentos, numa base de dados que apresenta registos desde 2016!
A contínua recolha de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies. Colabore connosco e envie-nos
Que fatores ambientais influenciam a sobrevivência e reprodução da Medusa-do-tejo?
Um estudo do Oceanário de Lisboa em parceria com o CIIMAR, ISPA e o GelAvista revela que a sobrevivência dos pólipos (forma séssil do ciclo de vida da medusa-do-tejo) foi alta, exceto na salinidade 35 (água do mar), novos pólipos surgem em salinidades baixas (água estuarina). A estrobilação (reprodução do pólipo) ocorreu em condições intermédias. Os dados GelAvista para o estuário do Tejo e zona costeira adjacente indicam que as medusas aparecem principalmente no estuário inferior e na costa,
Partilhamos as ocorrências de Organismos Gelatinosos, avistados ao longo da últimas duas semanas em Portugal pelos Observadores Gelavista. Esta semana tivemos a ocorrência da caravela-portuguesa e da água-viva na Madeira. Para informações sobre os cuidados a ter e quais as espécies mais venenosas consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Esteja atento e, se não reconhece bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqueça de nos enviar o registo! Contribua para a grande monitorização dos gelatinosos! Continuamos a contar com os vossos contribut
Os sifonóforos, como a Abyla, são animais exclusivamente marinhos, coloniais e muito polimórficos. Apresentam dois nectóforos, estruturas em forma de sino responsáveis pela locomoção, além de tentáculos com células urticantes que facilitam a captura de presas. Na imagem, observa-se o nectóforo posterior de uma Abyla que apresenta uma protuberância alongada extremidade distal. Segundo os dados do GelAvista, ocorre nas praias portuguesas entre janeiro e março.
A imagem é de José Veríssimo de Azevedo.
Terá visto algum animal parecido? Ainda não é nosso observador, então ace
Como picam?
Através dos cnidócitos, que são células especializadas que permitem aos organismos a capacidade de picar.
Os cnidocílios são ativados ao toque. Ao serem estimulados, provocam o disparo rápido do arpão, que perfura a pele e liberta toxinas.
Avistou algum gelatinoso? Ajude a ciência registando o seu avistamento na app GelAvista ou enviando a informação para plancton@ipma.pt
Seja um observador #GelAvista! Contamos consigo para fazer ciência!
IPMA Ciimar
#ObservadoresGelavista #jellyfish #picadas #praia
Gelatinosos no concelho: #alcobaça
Hoje divulgamos informação sobre as ocorrências de gelatinosos no concelho de Alcobaça. As espécies mais avistadas têm sido a caravela-portuguesa, a veleiro e a medusa-do-tejo, respetivamente.
A praia de São Martinho do Porto, a praia de Água de Madeiros e a praia de Paredes de Vitória são os locais do concelho de Alcobaça de onde recebemos mais avistamentos, numa base de dados que apresenta registos desde 2017!
A contínua recolha de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies.
As picadas funcionam tanto como defesa quanto como método de alimentação: ao mínimo toque, os nematocistos presentes nos tentáculos liberam toxinas que paralisam as presas, tornando-as mais fáceis de consumir, ou afugentam predadores que entram em contato com o veneno.
Avistou algum gelatinoso? Ajude a ciência registando o seu avistamento na app GelAvista ou enviando a informação para plancton@ipma.pt
Seja um observador #GelAvista! Contamos consigo para fazer ciência!
IPMA Ciimar
#ObservadoresGelavista #jellyfish #cienciacidadã #praia
Partilhamos as ocorrências de #OrganismosGelatinosos, avistados ao longo da últimas duas semanas em Portugal pelos #ObservadoresGelavista. Esta semana a maioria dos registos recebidos foram de avistamentos nulos. Para informações sobre os cuidados a ter e quais as espécies mais venenosas consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Esteja atento e, se não reconhece bem as espécies, não toque nos animais.
Viu algum outro gelatinoso? Não se esqueça de nos enviar o registo! Contribua para a grande monitorização dos gelatinosos! Continuamos a contar com os vossos contributos para map
Gelatinosos no concelho: #setubal
Hoje divulgamos informação sobre as ocorrências de gelatinosos no concelho de Setúbal. As espécies mais avistadas têm sido a medusa-do-tejo, a caravela-portuguesa e a medusa-tambor, respetivamente.
O estuário do rio Sado, o mar ao largo do parque natural da Arrábida e a praia do Creiro são os locais do concelho de Setúbal de onde recebemos mais avistamentos, numa base de dados que apresenta registos desde 2013!
A contínua recolha de dados permitirá ter uma escala temporal alargada dos padrões de ocorrência e distribuição destas espécies. Colab
Todos os gelatinosos picam?
A resposta é: Não! Nem todas as espécies de gelatinosos são perigosos para os humanos. Embora os Cnidários incluam espécies urticantes como a Caravela-portuguesa, algumas têm poucas células urticantes, como a Veleiro. As Salpas e os Ctenóforos, simplesmente não possuem veneno, não sendo perigosos para os humanos.
Se encontrares um destes organismos, podes ajudar a ciência registando o teu avistamento na app GelAvista ou enviando para plancton@ipma.pt
Seja um observador #GelAvista! Contamos consigo para fazer ciência!
Foto: salpa
IPMA Ciimar
#Observad
Partilhamos as ocorrências de #OrganismosGelatinosos, avistados ao longo da últimas duas semanas em Portugal pelos #ObservadoresGelavista. A caravela-portuguesa continuou a ser observada no arquipélago da Madeira, mas também nos Açores e no continente, tendo-se também recebido registos de medusa-do-tejo, veleiro, ctenóforos e outros sifonórforos. Para informações sobre os cuidados a ter e quais as espécies mais venenosas consulte https://gelavista.ipma.pt/cuidados/. Esteja atento e, se não reconhece bem as espécies, não toque nos animais.
Também a viu? Viu algum outro gelatinos
📸 Sabia? As fotos enviadas na App GelAvista são submetidas no tamanho original, sem compressão.
Isto garante a melhor qualidade para identificação das espécies, mas pode fazer com que o envio falhe quando a rede Wi Fi/dados é fraca ou o telemóvel está com pouca capacidade.
Se acontecer, tente enviar novamente com uma ligação mais estável ou por e-mail, para plancton@ipma.pt.
Cada registo conta! 🌊
Obrigado pela compreensão e colaboração!
Se vir um #OrganismoGelatinoso, não se esqueça de o registar para nós!
Ajude-nos a monitorizar estas espécies, enviando-nos os seus a
Medusa-de-pintas foi avistada em Portugal!
Graças às contribuições dos Observadores GelAvista, a medusa-de-pintas (Phyllorhiza punctata) foi identificada e confirmada no sul de Portugal através de análises morfológicas e moleculares. Esta espécie invasora, não nativa nesta região, já está presente no oceano Atlântico e no mar Mediterrâneo. A população descoberta em território português provavelmente tem origem no Mediterrâneo oriental, apresentando características genéticas que sugerem pertencer a um grupo de espécies crípticas. O artigo científico agora publicado enco
Medusa-de-pintas foi avistada em Portugal!
Graças às contribuições dos Observadores GelAvista, a medusa-de-pintas (Phyllorhiza punctata) foi identificada e confirmada no sul de Portugal através de análises morfológicas e moleculares. Esta espécie invasora, não nativa nesta região, já está presente no oceano Atlântico e mar Mediterrâneo. A população descoberta em território português provavelmente tem origem no Mediterrâneo oriental, apresentando características genéticas que sugerem pertencer a um grupo de espécies crípticas. O artigo científico agora publicado encontra