Mais caravelas-portuguesas na costa: o que está por trás deste fenómeno?
O estudo GelAvista, com dados de 7 anos mostra que as caravelas-portuguesas têm ocorrido em maior número em Portugal continental, de 2016 a 2022, sendo mais frequentes em águas mais frias e que a direção do vento são fatores que ajudam a explicar os arrojamentos observados nas nossas praias. O artigo cientÃfico encontra-se aqui: https://doi.org/10.1016/j.ecss.2025.109674
Muito obrigada a todos os #ObservadoresGelavista que nos enviaram os dados que possibilitou este trabalho!
Se vir um #OrganismoGelatinoso, nÃ
#veleiro – Ponto da Situação
No 10º Encontro GelAvista, apresentamos os dados globais, provenientes do #GelAvista, relativos à Veleiro. Este ano as ocorrências desta espécie aumentaram um pouco nos Açores e Madeira e continuou a verificar-se o aumento de avistamentos desde 2022 nas praias de Portugal continental. Este ano os concelhos onde se registaram mais ocorrências desta espécie foram #sintra, #cascais, #Peniche e #almada.
Acompanhe o projeto GelAvista e envie-nos os seus avistamentos para que possamos entender melhor a presença e distribuição da Caravela-portuguesa em Port
A equipa #GelAvista deseja a todos um excelente 2026, repleto de ótimos avistamentos!
Com base em dados cientÃficos recolhidos pelos cidadãos, promovemos campanhas para transformar a gestão e proteção dos nossos mares. Caso encontre uma alforreca, lembre-se de registá-la connosco!
IPMA Ciimar
#ciênciacidadã #felizanonovo #ObservadoresGelavista #JellyFish #alforrecas #caravelaportuguesa